Como utilizar os 5 sentidos no processo da venda?

ImagemVocê sabia que a maior parte das decisões de compras ocorre em caráter predominantemente emocional?

Cores, sons, aromasgostos e sensações provocam uma troca de sensações muitas vezes imperceptível, mas de grande influência sobre as decisões de compra.

Uma pesquisa realizada pelo HEC – Montréal e Rutgers University constatou que ao som de uma música agradável, os compradores que tendem a comprar por impulso, compram ainda mais e, os que não têm tendência a comprar por impulso, gastam mais, quando sentem um cheiro agradável na loja.

Um outro dado interessante foi revelado por um pesquisador americano que descobriu que os consumidores expostos ao aroma ácido de laranja ou limão, enquanto andam na loja, tem 38% mais chances de pegar um produto, àqueles que não sentiram o cheiro.

Produtos com design criativo, elegante, aromatizados, evocam sentimentos e emoções, imperceptíveis racionalmente e que ativam de forma subliminar o desejo de consumo. Isso guarda razões orgânicas e cerebrais, em que o sistema primitivo (também chamado de reptiliano é ativado, juntamente com o sistema límbico, relacionado ao prazer, emitindo impulsos de adesão ou não adesão a uma nova experiência de compra). A maior parte de nossas decisões se dá em nível subcortical (inconsciente), que domina nossas decisões, que, por vezes, são automáticas, ao invés de ocorrerem em nível cortical (conscientes e racionalizadas). Por isso, ao entrarmos a um ambiente novo, rapidamente o julgamos como agradável ou não, confiável ou não, desejável ou não…

Culturalmente, já estamos acostumados a agregar valor aos produtos na decisão da compra. Não compramos apenas pela qualidade ou reputação, mas também pela qualidade no atendimento e pela afinidade com o produto/serviço.

Por isso, entender o comportamento do consumidor sob o ponto de vista orgânico (dos mecanismos cerebrais e inconsciente), de seus desejos de consumo, de suas necessidades, experiências e motivações, são fundamentais para criar ambientes onde ele poderá se envolver com a marca, produzir um profundo engajamento e gerar aumento nas vendas (antes mesmo de saber conscientemente sobre sua intenção de compra).

Então vamos lá!

Toda marca tem um público específico, que precisa ser estudado a fundo, para encontrar a melhor forma de estimular seus sentidos. Para obter bons resultados, é preciso aplicar pesquisas para conhecer o perfil dos seus clientes e utilizar os meios adequados para que eles se sintam satisfeitos.

A partir desse conhecimento, é preciso remeter o cliente a uma percepção única de valor, que o estimulará a repetir e difundir a experiência de consumo. Para isso, você pode ligar sua marca ao consumidor por meio da estimulação dos cinco sentidos básicos.

 

E como os 5 sentidos podem ser úteis a sua marca?

 

* Visão: A experiência das cores, formatos, ambientação, disposição dos elementos visuais e iluminação, são facilmente percebidos e, por isso, influenciam rapidamente as emoções e comportamento do consumidor, além de gerarem um posicionamento único e identificação com a marca. Aqui os detalhes na decoração e na forma que a vitrine ou mix de produtos são dispostos, bem como a marca e o portfólio, podem fazer toda a diferença.

* Audição: O comportamento de uma pessoa pode ser influenciado diretamente pelo som que ela ouve. Se você já praticou atividades físicas com música, experimentou na prática o que estamos tratando. Relacionado a uma situação de compra, o cliente também é influenciado e pode comprar no ritmo da música. Mas é preciso cuidado, em relação ao ritmo, volume, categoria e frequência, pois, a música pode tanto atrair quanto afastar clientes.

* Olfato: Você se lembra do cheiro de alguma loja em especial, que vem facilmente à sua memória, quando tratamos deste assunto? Difusores e saches que espalham aromas são maneiras de personalizar os ambientes e promoverem uma memória olfativa em seus prospects e clientes. Eles revelam um clima agradável ao ambiente, fazendo com que os clientes se sintam mais acolhidos. Entretanto, é importante também saber dosar. Começar a inserir um aroma aos poucos, para que a percepção seja sutil. E evita promover sensações olfativas muito fortes, uma vez que expressiva parte da população apresenta quadros alérgicos, rinites, dentre outras sensibilidades olfativas.

* Paladar: Quando você oferece um chá, café ou, até mesmo, bebidas mais sofisticadas, como vinho e champanhe, elas se sobressaem e agregam valor ao atendimento prestado, pois, remetem imediatamente ao “cérbero reptiliano” memórias geralmente relacionadas a momentos especiais, de aconchego.

* Tato: Quem não gosta de ver um produto com as mãos? Ao tocar um objeto, o cliente percebe os detalhes do produto minuciosamente. Isso faz com que o consumidor sinta-se mais próximo do seu produto.

 

Vale ressaltar que, não necessariamente, você terá que usar todos os sentidos, mas sim, aqueles que são adequados ao seu negócio. Para tanto, você precisa observar e estudar o seu público.

Não se esqueça! Quando for anunciar um produto, efetivar uma venda, fazer uma apresentação individual ou em publico, lembre-se de falar com as pessoas em todos os canais, fazendo o cliente ver, ouvir e sentir, de forma mais profunda todas as características do seu produto/serviço. Esta estratégia é designada integração multissensorial!

Sua empresa já utiliza os 5 sentidos no processo de venda, para promover uma experiência de compra e atendimento diferenciados? Na ACT é possível encontrar soluções personalizam o atendimento e capacitam os profissionais diretamente ligados ao público, que irá te ajudar a promover um ambiente multissensorial, em que o cliente poderá se envolver com a marca e, com isso, gerar aumento nas vendas.

Aprenda mais com o nosso e-book de atendimento e promova uma experiência de atendimento inesquecível aos seus clientes!

Como o seu Escritório de Advocacia utiliza o e-mail marketing para se relacionar com os clientes?

img-etapas-01Grande parte dos escritórios de advocacia já reconheceram os benefícios de enviar e-mail marketing periódico aos seus clientes. Encaminham newsletters, boletins jurídicos, comunicados e alertas para clientes e prospects, na intenção de mantê-los atualizados sobre as publicações da equipe e diferenciais do mercado jurídico.

Uma pesquisa realizada pelo FDJUR/GEJUR, aponta que 40% dos gestores jurídicos pesquisados avaliam e selecionam um escritório de advocacia pela sua atuação na internet e redes sociais. Esse dado nos revela como os clientes da esfera jurídica já estão buscando informações sobre o negócio, antes mesmo de fazerem um contato comercial ou manifestarem intenção de compra. Continuar lendo

Mídias Sociais para Escritórios de Advocacia

Como consultores de Marketing Jurídico para escritórios de advocacia, escutamos muito dos nossos clientes o questionamento se eles deveriam ou não usar as mídias sociais para a sua empresa. A ACT vem trazer alguma razões e recomendações para você dizer SIM!

Os grandes clientes já estão nas Mídias Sociais

Uma pesquisa recente realizada pela GEJUR (Gestão Jurídica Empresarial), em parceria com o FDJUR (Fórum de Departamentos Jurídicos para empresas), buscou analisar quais os fatores que influenciam o gestor jurídico (principal cliente/conector das grandes empresas com os escritórios de advocacia) a identificar e selecionar um escritório na prestação de serviços jurídicos. O estudo revela respostas bem interessantes relacionadas ao marketing digital. O envio de informativos (agora mais fortes no formato de email marketing) é indicado em 54.4%, o site do escritório em 49.6%, ferramentas de busca na internet em 42% e redes sociais em 39.6%. Todos esses, vindo, antes mesmo, das tradicionais brochuras do escritório. Não é este um dado bem diferente do que se via no âmbito jurídico há anos atrás? Veja o comparativo abaixo e leia mais.

Sendo assim, o Marketing Jurídico se tornou uma relevante ferramenta para repercutir no escritório de advocacia a imagem de ter autoridade no assunto.

Advocacia

Os grandes competidores já estão nas Mídias Sociais

De acordo com Adrian Dayton, advogado e autor do livro: Mídias Sociais para Advogados, todas as 100 firmas do AMLAW (ranking das 100 maiores empresas de advocacia dos Estados Unidos, com base no faturamento), possuem contas no Twitter. Ele ressalta que se uma empresa de advocacia não se comunica estrategicamente via mídias sociais, ela corre o risco de transmitir para os seus clientes (especialmente B2B – pessoas jurídicas) uma falta de engajamento com esses e podem estar perdendo a oportunidade de favorecer novos negócios, por meio das relações online. Para ler mais.

O que um escritório de advocacia pode fazer nas Mídias Sociais?

Buscar qualidade nos conteúdos ao invés de volume de informações. Uma empresa de advocacia deve ter uma estratégia focada e integrada com os valores do negócios. É preciso pensar, primeiramente, nos objetivos e público alvo que se deseja atingir com a comunicação via mídias. Se precisa de apoio para aprender a mapear suas personas, acesse este ebook que pode te ajudar!

No Twitter, por exemplo, o escritório deve se posicionar como um líder de conhecimento no mercado, mostrando a sua expertise e gerando novos negócios e parcerias, a partir de conversas estratégicas.

No Facebook, as empresas podem aproveitar para conectar de uma forma mais calorosa com amigos e parceiros da empresa, potencializando a divulgação de dados relevantes com pessoas que já acreditam no escritório de advocacia e que podem se tornar embaixadores da marca. Outra recomendação são os anúncios no Facebook, que são uma ótima estratégia para selecionar o público alvo que se deseja (confira post completo).

No Blog ou na página de notícias do site, a empresa deve convidar os profissionais especializados para escrever sobre temas atuais e de relevância para os clientes, para que estes possam sentir confiança na área de atuação e se interessarem por buscar a empresa. Criar informativos online a serem enviados aos potenciais clientes são uma forma de lembrá-los sobre o know-how e a autoridade que a empresa possui naquela área jurídica.

No LinkedIn, as empresas podem estabelecer uma presença firme, tendo cada advogado e parceiro conectado à página da empresa, o que garante mais respaldo a esta. Além disso, podem se conectar com grupos relacionados aos setores econômicos de atuação para auxiliar outras empresas com o conhecimento que possuem, gerando uma porta aberta para a busca pela parceria e relacionamento com influenciadores.

Independente da rede social que você escolher, lembre-se de fazer um plano de ação, que deve apoiá-lo na estratégia das postagens (eleição dos melhores horários, estudos dos posts que geram maior engajamento, realização de uma linha editorial de conteúdos, bem como, mensurar o retorno no investimento (ROI) que cada canal gera). Ou seja, quanto de fato sua atuação online tem repercutido favoravelmente nos seus resultados comerciais e de autoridade da marca e branding.

 

Quer conhecer o nosso trabalho de Marketing Jurídico ou precisa de ajuda para implementar as suas redes sociais, confira também: 

 

 

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